A manutenção da autoestima no processo de envelhecimento
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O censo demográfico em 2022, revelou que o segmento senil da população brasileira cresceu drasticamente e a preocupação com o seu bem-estar funcional, social e emocional tem aumentado. Esse contexto, motivou a realização deste estudo que tem como objetivo analisar os fatores psicossociais que influenciam a manutenção da autoestima no processo de envelhecimento. A pesquisa possui uma natureza bibliográfica, seguindo a abordagem qualitativa, dentro do enquadre descritivo, as informações coletadas foram submetidas ao método análise de conteúdo. Os resultados mostraram que perdas de autonomia, isolamento social, estigmas relacionados à velhice, luto e desvinculação de papéis sociais são fatores que fragilizam a autoestima e aumentam o risco de adoecimento mental. De outra parte, os vínculos familiares, redes de apoio, participação social, atividades físicas e intervenções psicoterapêuticas contribuem para o fortalecimento da autoconfiança, da autoimagem e do senso de pertencimento. O estudo conclui que a autoestima é dinâmica e pode ser promovida por políticas públicas, práticas de cuidado e ações comunitárias que valorizem o idoso como sujeito ativo, capaz e participante da vida social, bem como sugere a realização de mais pesquisas para aprofundar o assunto.
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MARGALHO, Debora Ferreira; SILVA JÚNIOR, João Raimundo dos Santos; QUINTINO, Antônio Erisson Monteiro. A manutenção da autoestima no processo de envelhecimento. Revista de Geopolítica, [S. l.], v. 17, n. 5, p. e2368, 2026. DOI: 10.56238/revgeov17n5-037. Disponível em: https://revistageo.com.br/revgeo/article/view/2368.
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